Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2017

Ano novo, vida nova, Meme Gamer novo e regras pessoais novas. Ao contrário do que fiz no ano passado, serei mais sucinto acerca de quais games colocar na minha listagem nesse ano: Jogos old-school que aprecio todo ano ficarão de fora (uma vez que já apareceram em listas anteriores) e jogos atuais que já apareceram anteriormente só retornarão em casos severamente específicos e/ou especiais.

Dito isso, comecemos minha participação em mais um Meme Gamer.

 

Devil May Cry 3 HD (Playstation 3)

Todas as considerações feitas acerca desse jogo no Meme do ano passado ainda são vigentes. Ele retorna para a lista desse ano somente pelo fato de eu ter o platinado novamente esse ano, agora em minha conta BR.

Explico: Quando comprei o PS3 não havia PSN brasileira, desta feita, minha ID ao longo da geração passada era americana. Com a compra do PS4 criei uma conta brasileira e resolvi que traria a essa conta algumas platinas que ganhei na americana. A primeira escolhida foi Devil May Cry 3, pois sou absolutamente apaixonado por esse jogo.

E digo mais: Um novo remaster foi anunciado para PS4. Vou comprá-lo e platinar esse jogo de novo!

 

Devil May Cry 4: Special Edition (Playstation 4)

Ainda na vibe de DMC3 e aproveitando uma promoção da PSN, adquiri sua DMC4 digitalmente.

O jogo não chega aos pés de seu antecessor e alguns de seus problemas me desmotivaram, pelo menos momentaneamente, a pleitear platiná-lo.

A versão para PS4 possui alguns extras interessantes e que foram abordados por mim em um dos últimos textos que fiz aqui para o blog. Caso se interesse, basta clicar AQUI para acessá-lo.

A King´s Tale: Final Fantasy XV (Playstation 4)

Parte do universo expandido de Final Fantasy XV, A King´s Tale é uma interessante experiência Old-School.

Sobre o que esperar do jogo, deixo o review que fiz desse game para o site Game Hall. Para lê-lo, clique AQUI.

J-Stars Victory Vs+ (Playstation 3)

Mais um jogo de PS3 e mais uma platina para a lista, infelizmente para minha conta americana.

J-Stars passa longe de ser um jogo bom, mas merece louvores pelo simples fato de conseguir chegar “do lado de cá” do mundo, dadas as complexas questões de licenciamento dos personagens envolvidos.

Caso possua dentro de si um pequeno otaku, vale a pena uma jogatina marota.

Fiz o review desse jogo, ano passado, para a Game Hall. Clique AQUI para conferir.

God of War 3 Remastered (Playstation 4)

Um dos melhores jogos da geração passada ganha uma “ajeitadinha” para a atual geração no Playstation 4.

Agora rodando a 60 fps e em resolução Full-HD, God of War 3 deixa claro o quanto ele já era uma virtuose visual mesmo em seu lançamento original.

Se sua narrativa perde quando comparada a seus antecessores, sua visceralidade compensa isso, fora os impressionantes embates contra os Deuses. A batalha contra Posseidon é algo absolutamente fora do comum e o jogo já começa com ela!

Se conseguir uma boa promoção no game, assim como aconteceu comigo, não perca tempo e experimente (ou jogue novamente) um grande jogo em sua melhor forma.

PlayerUnknown’s Battlegrounds (Steam)

Apesar de não ser o meu tipo de jogo, PUBG atraiu a minha curiosidade pelo “boom” que o mesmo causou no cenário gamer. É um game que mesmo ainda não tendo sido oficialmente lançado, alcançou uma fama absurda.

O jogo é um battle royale. Simples assim.

Ao longo do meu curto período de jogatina, consegui identificar todos os elementos que possuem apelo para o seu público algo, entretanto não há nada ali que não possa ser considerado medíocre. De aspectos técnicos à direção artística, PlayerUnknown’s Battlegrounds é nada além de mediano.

Ainda estou por entender as razões do sucesso meteórico de PUBG.

Final Fantasy XV: Episode Gladiolus (Playstation 4)

Primeiro DLC “parrudo” de Final Fantasy XV, Episode Gladiolus permite que ao gamer controlar Gladiolus em um específico momento da história da campanha principal do game, que não será explanado aqui por questões de Spoilers.

Foi o único DLC do game que joguei ao longo desse ano, infelizmente.

Partilhei minhas impressões acerca de Episode Gladiolus em um texto para o site Game Hall. Caso se interesse é possível conferi-lo clicando AQUI.

Street Fighter V (Playstation 4)

Honestamente, eu me sinto a “mulher de malandro” de Street Fighter V: não gosto do game, mas sempre volto a ele, somente para ter a certeza de que realmente ele não me agrada.

A season desse ano trouxe melhoras no netcode, mais cenários, mais roupas (Chun-li parece um char de DoA aqui) e novos personagens. Com exceção de Akuma, todos os chars liberados nesse ano de 2017 são novos e, salvo Zeku, absurdamente sem graça.

Em 2018 Street Fighter V entrará em um novo momento com o Arcade Edition, um upgrade gratuito para quem já possui o jogo original. Ali teremos verdadeiros modos de jogo single-player e offline, bem como uma repaginada geral em menus e huds.

Nada disso me é suficiente para gostar do jogo enquanto um fighting game competente, mas de repente me faz parar de torcer o nariz para ele enquanto produto.

Independentemente de qualquer situação, uma coisa é certa: vou continuar voltando a jogar Street Fighter V, mesmo sabendo que vou continuar não gostando dele.

Merda!

Metal Gear Solid: The Legacy Collection (Playstation 3)

Todo ano, no segundo semestre, eu faço minha “maratona Metal Gear”. Jogo todos os games canônicos de Metal Gear, em ordem de data de lançamento, até o fim.

Antigamente isso me era muito complicado, pois Metal Gear é uma série de décadas de existência, tendo passado por diversos consoles ao longo de sua jornada. Felizmente, desde o ano passado, isso foi muito facilitado graças a Metal Gear Solid The Legacy Collection.

Nessa compilação temos a nossa disposição todos os games canônicos da série lançados até Guns of the Patriots. Ou seja, ficam faltando somente Ground Zeroes e The Phantom Pain para completar o pacote.

Aliás, meu game da série favorito da série se encontra nessa coleção: Snake Eater.

Metal Gear Solid V: The Definitive Edition (Playstation 4)

Nesse ano adquiri o que me faltava para fazer de minha anual “maratona Metal Gear” a verdadeira completa experiência com a franquia.

The Definitive Edition possui os games Ground Zeroes e The Phantom Pain em um só disco. Dessa forma temos a completa experiência de Metal Gear Solid V em um só lugar.

Fiz um texto acerca de minhas considerações do coração acerca de Metal Gear Solid V: The Phantom Pain aqui para o blog. Para acessá-lo, basta dar aquele clique maroto AQUI.

Dead or Alive 5: Last Round (Playstation 4)

Eis um jogo de luta que possui muito menos consideração do que merece, graças a fama que o nome Dead or Alive passou a ter ao longo dos anos.

Last Round é um jogo de luta muito competente, com mecânicas de combate de fácil assimilação, mas difícil domínio. Possui cenários interativos, grandes e criativos, uma listagem de lutadores variada e saudável, uma trilha sonora animal, belos visuais e boa direção de arte, entre outros elogios possíveis.

Caso ainda pense que Dead or Alive é somente reduzido a lutadoras de grandes peitos com física realista, eu tenho certeza de que você nunca passou nem perto de Last Round, ou então não deu a ele uma honesta e verdadeira chance.

Guilty Gear Xrd Rev.2 (Playstation 4)

Como eu já deixei bem claro aqui no blog, Guilty Gear Xrd me era, até a pouco tempo, o jogo de luta supremo dessa geração. Motivos para isso não faltam, como pode ser conferido AQUI.

Também fiz um review da versão Rev.1 do game para o site Game Hall, que pode ser lido por AQUI.

Esse ano, aproveitei uma boa promoção da PSN para adquirir a última expansão do game, a Rev.2. Essa expansão adiciona, entre outras coisas, a personagem Baiken, minha velha favorita da franquia.

Infelizmente, logo após essa compra, me mudei de residência e fiquei um bom período de tempo sem internet. Resultado: mal joguei Guilty Gear esse ano. Essa falta de jogatina de GG foi agravada com a chegada de alguns jogos que consumiram meu tempo e mente, dentre eles, o mais novo “jogo de luta da geração”, que pode ser visto imediatamente a seguir!

Tekken 7 (Playstation 4)

Um jogo absurdamente lindo, cheio de modos de jogo online e offline, com um cast de lutadores muito saudável, com convidados ilustres de outras franquias participando dos combates, entre tantos / todos outros elogios possíveis. Esse é Tekken 7.

Chegando aos consoles caseiros dois anos depois do lançamento original do game nos arcades japoneses, Tekken 7 é não somente um exemplo brilhante de um fighting games tridimensional competitivo, é também um verdadeiro respeito ao consumidor.

É possível ter acesso a todas as aberturas e encerramentos de todos os games anteriores da franquia, escolher entre todas as OSTs de todos os jogos anteriores, personalizar o visual de seu char favorito e finalmente saber o final do embate entre Kazuya e Heihachi em um modo história que realmente é funcional.

Um verdadeiro “must buy” da geração atual.

Mitsurugi Kamui Hikae (Playstation 4)

Eventualmente aproveito as promoções da PSN para adquirir jogos que eu jamais o faria em seus valores originais. Dessa mania minha surgiu Mitsurugi Kamui Hikae, um Hack and Slash de arena absolutamente mediano, mas relativamente divertido e com boas ideias em seu core.

Fiz um review dessa game para o site Game Hall, para acessá-lo, clique AQUI.

Uncharted 4: A Thiefs End (Playstation 4)

Um dos pesos pesados do console, Uncharted 4 encerra as aventuras de Nathan Drake de maneira épica.

Todo o senso de aventura e exploração da franquia se une a ambientes abertos para livre exploração, um trabalho de localização do jogo para nosso idioma muito superior ao já visto no game anterior da série e um primor técnico quase sem igual na atual geração de consoles.

Uncharted 4 é um jogo mais do que obrigatório para qualquer dono de Playstation 4, bem como para qualquer entusiasta de bons games no geral.

DriveClub Bikes (Playstation 4)

Apesar de não ser o jogo de corrida revolucionário que a extinta Evolution Studios prometeu, DriveClub sempre me proporcionou bons momentos de diversão e por certo é um jogo que muito me agrada. Assim sendo, esse ano resolvi investir em sua principal expansão, o Bikes.

Como o próprio nome deixa claro, com essa expansão temos acesso a corridas motos esportivas e de competição.

O gameplay com as motos segue o mesmo princípio para com os automóveis, não sendo nem um simulador raiz, tão pouco um arcade raiz. É muito agradável correr com as motos em DriveClub, mais até do que com os carros.

Uma pena que ninguém mais jogue DriveClub, pois eu adoraria fazer parte de um clube realmente ativo e competitivo no jogo.

Stories: The Path of Destines (Playstation 4)

Stories é o tipo de jogo que me serve para separar os true gamers dos istas e os “triple A whores”.

É um game indie e de mecânicas simples e funcionais. O grande atrativo aqui obviamente não é seu valor de produção e grandes ambições, mas sim o fator replay e o como a narrativa é influenciada por cada escolha e nova jogatina.

O jogo não tem como subtítulo “The Path of Destines” atoa. Ele possui mais de 25 finais diferentes, cada qual acessados dependendo das escolhas que o jogador faz ao longo do game. Mais do que isso, o narrador é onisciente de tudo o que está acontecendo e também do que já aconteceu anteriormente, ou seja, se começar um novo jogo depois de já ter finalizado-o, o narrador irá acompanhar essa evolução e adicionar isso em sua narrativa. É brilhante.

Strider (Playstation 4)

Eis mais um jogo que eu já tinha platinado em minha conta americana no PS3 e que, aproveitando-me de uma promoção na PSN, resolvi fazê-lo novamente em minha conta brasileira, agora no PS4.

Verdadeiramente não acho que Strider seja um game fora do comum, é apenas uma boa releitura de um clássico old-school. Ainda assim, ele é mais do que suficiente para fazer com que um gamer que curta esse tipo de jogo, arcade de raiz mesmo, entre de cabeça em seu universo.

Sky Force Aniversary (Playstation 4)

Tropecei nesse game um belo dia e sou bem grato até hoje. Sky Force não é nenhum jogo revolucionário, mas é sim um bom representante do gênero shooter.

É possível ao longo do jogo ir melhorando status da sua nave, bem como adicionar a ela algumas características que facilitam a jornada por fases mais difíceis, e esse elemento dá ao jogo um bem-vindo valor de replay.

Basta não ir com muita sede ao pote, pois ele não é nenhum Raiden Densetsu ou Ikaruga, e você terá bons momentos com Sky Force.

Street Fighter x Tekken (Playstation 3)

 

Sim, podem me julgar: Joguei Street Fighter x Tekken com meus amigos esse ano e não me arrependo. Aliás, deixo claro que o jogo não é o desastre todo que muitos dizem.

Digo mais: muito do que muita gente diz gostar em Street Fighter V, começou em Cross Tekken.

Aliás, fiz um review desse game para o site Game Hall. Caso se interesse, basta marotamente clicar AQUI para acessá-lo.

Agora se me dão licença, vou ali usar minha dupla suprema e assassina contra uns colegas. Guy e Lei são sucesso!

Destiny 2 (Playstation 4)

Em 2016, o primeiro Destiny foi o jogo que mais joguei no segundo semestre. A ideia de ter um FPS com conceitos de um MMORPG me deixou fascinado e, por um bom tempo, me dediquei exclusivamente a esse game.

Esse ano achei que aconteceria a mesma coisa com Destiny 2, afinal de contas o jogo é muito melhor que seu predecessor. Infelizmente, as constantes “bolas fora” da Bungie para com o game foram me afastando dele de pouco em pouco, o que culminou em uma de minhas melhores decisões do ano: troquei Destiny 2 por Tekken 7.

Ainda quero pegar novamente Destiny 2 para jogar, mas vou aguardar as DLCs serem lançadas e as atuais (e futuras) cagadas da Bungie para com o game serem sanadas.

God Eater Resurrection (Playstation 4)

Aproveitando uma promoção da PSN resolvi investir em meu primeiro jogo no estilo que eu chamo de “hunter game” e o escolhido para tal foi God Eater Resurrection.

O jogo é uma boa remasterização do game God Eater para PSVita e por certo possui seus pontos fortes. É muito divertido se unir a mais três amigos online para realizar as missões de caça e o design de personagens é relativamente inspirado.

Infelizmente o mapeamento de botões é estranho e pouco intuitivo e a movimentação dos personagens é muito robótica. Tais características me afastaram do jogo.

God Eater serviu para quebrar o meu preconceito para com games do gênero e isso me deixa muito ansioso para o lançamento de Monster Hunter: World.

Garou: Mark of the Wolves (Playstation 4)

Continuação cronológica do storyline da franquia Fatal Fury, bem um dos melhores e mais técnicos fighting games da SNK, Garou é um jogo de luta para levar consigo a vida inteira. Mas já aviso, dedicação e prática são elementos primordiais para aproveitá-lo a contento.

O game disponível para o PS4 contém além de todo o conteúdo já presente na versão do game de Dreamcast, um funcional modo online e um tema para a dashboard do console.

Infelizmente, assim como basicamente todo relançamento de fighting games da SNK para os atuais consoles e que possuem função online, nunca se encontra ninguém randomicamente para se jogar. Assim sendo, caso queria jogar Garou online é bom que já possua um grupo de amigos que queira jogar para combinar jogatinas.

Rayman Legends (Playstation 4)

Rayman Legends conseguiu fazer o que eu achava impossível: é um game de plataforma melhor do que seu predecessor, Rayman Origins.

Quando comparado a Origins, Legends possui mais fases, mais personagens e mais mecânicas de jogo. Além disso é mais belo, sua trilha sonora é melhor e todo o charme e bom humor de Origins aqui se faz presente em toda sua gloria.

Se você gosta de games de plataforma, para agora de ler esse texto e vá jogar Rayman Legends.

Horizon Zero Dawn (Playstation 4)

Horizon Zero Dawn é o grande jogo exclusivo de Playstation 4 do ano, simples assim. Um game de alto orçamento e alto risco, considerando que é um jogo que não possui o peso do nome de uma franquia que o assegure vendas e hype.

Em um enorme mundo aberto o jogador personifica Eloy, que deve partir atrás de respostas sobre o mundo em que vive e sobre si mesma. Esse mundo é habitado por máquinas que possuem comportamento e design similares a animais selvagens da Terra, mas apesar dessa aparente tecnologia a humanidade vive da maneira mais tribal e primitiva o possível. Para evitar Spoilers é tudo o que posso dizer acerca do enredo do game.

Horizon é minha pessoal escolha como “GOTY 2017”, mesmo eu tendo jogado o jogo a seguir dessa lista.

Zelda: Breath of the Wild (Nintendo Switch)

Caso você tenha um WIiU ou um Nintendo Switch, já deixo claro que é sua obrigação gamer possuir esse Zelda. É facilmente um os melhores jogos desses consoles e desse ano de 2017.

O mundo criado para Breath of the Wild é ao mesmo tempo vivo, orgânico, vazio e minimalista. Ao passo que não há vários NPCs em todo canto, os que lá existem são simbólicos e com propósitos claros. A qualquer momento o jogador pode escolher ir em direção do vilão e derrota-lo, mesmo sem passar por toda a jornada, o que garante que esse mundo realmente é aberto e que as escolhas são realmente do jogador ao longo do gamplay. Até mesmo as grandes áreas sem nada para interagir possuem funções no game, sejam meramente contemplativas ou não.

Temos aqui também um brilhante uso do design de ambiente como elemento narrativo. Muito sobre as missões que podem ser realizadas, ou mesmo informações com peso na história, não precisam ser ditas, mas são imageticamente compreendidas.

Poucos problemas atrapalham a jornada, como armas que se quebram muito facilmente e frame-rate muito instável (em especial no WiiU).

Dragon Ball FighterZ Closed Beta (Playstation 4)

Fui umas das pessoas sortudas que conseguiram um passe para testar Dragon Ball FighterZ em seu closed beta nesse ano de 2017.

Em resumo, a única certeza que tenho na vida nesse ano novo é que possuirei esse game no meso dia de seu lançamento. Na verdade, no dia em que esse jogo sair, não retornarei do horário de almoço em meu serviço e passarei a tarde inteira jogando esse danado.

Um Dragon Ball feito para fighting gamers. Essa é a melhor maneira de sintetizar a experiência de se jogar Dragon Ball FighterZ.

Assim que finalizou-se o closed beta, fiz um texto não técnico acerca da experiência. Caso tenha interesse, pode lê-lo clicando AQUI.

Yakuza Kiwami (Playstation 4)

Finalizando minha listagem para esse Meme Gamer, trago-lhes o game que mais me deixou feliz nesse ano de 2017. O jogo que não me permitiu começar o jogar Nier Automata, adquirido já há mais de um mês. O jogo que ainda continuarei obsessivamente jogando até, possivelmente, platinar: Yakuza Kiwami.

Kiwami é um remake do primeiro jogo da franquia Yakuza, lançado para Playstation 2. O jogo não somente possui todo o conteúdo original, mas também muitas e interessantes adições, com destaque para o “Majima´s Everywhere”.

Com Yakuza Zero e Yakuza Kiwami sendo lançados no ocidente em 2017 e com Yakuza Kiwami 2 a ser lançado em 2018, não há melhor momento para começar a conhecer a franquia. Acredite em mim, vale cada hora gasta.


Com Yakuza Kiwami encerro minha lista para o Meme Gamer de 2017. Ela não conta com tudo o que joguei, mas por certo reflete minhas principais experiências gamer ao longo desse ano.

Agradeço ao Marvox pelo convite para participar do Meme mais uma vez e agradeço a todos que dedicaram um pouco do seu tempo a leitura desse texto.

Segue abaixo a listagem de todos os participantes do Meme desse ano e desejo a todos um ótimo 2018 e boas festas!

Lista de Participantes do Meme Gamer 2016:

Categoria: Blogs/Sites

Arquivos do Woo ——————— CyberWoo
Blog Desocupado ——————— Paulo Victor
Blog MarvoxBrasil —————— Marvox
Gamer Caduco ———————— Caduco
Gamerníaco ————————— EduFarnezi (Você está aqui!)
Jornada Gamer ———————— UsoppBR
Locadora Resident Ivo ———— IvoOrnelas
Old Magus Pub ———————— Lucas Vinicio
QG Master —————————— Marcos Vieira Machado
RetroPlayers ————————— Sabat
U-8Bits ———————————— Ulisses 8 Bits
Vão Jogar! —————————— Rafael “Tchulanguero” Paes
Vão Jogar! —————————— Rodrigo Borges
Vão Jogar! —————————— Somari
Vão Jogar! —————————— sucodelarAngela
Videogames com Cerveja ——— Felipe B. Barbosa

Categoria: YouTube

GebirgeBR ————————— Gebirge
Jogatinas Saudáveis ———— Rodrigo Vigia
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Gamer por paixão, cinéfilo por vocação, leitor de mangás e HQs por criação e nerd pela somatória dos fatores. Acredita que os únicos possíveis cenários de apocalipse são Zumbis e Skynet e não sai para noitadas por medo do que Segata Sanshiro pode fazer se encontrá-lo.

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11 comentários em “Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2017
  1. Fala Eduardo, beleza?

    Nossa cara, que lista caprichada! Foi a maior lista que li até o momento, mas prática e direta como deve ser. Vou ser sincero em dizer que não joguei nem metade da lista que você citou, mas tenho que admitir que são incríveis jogos. Destaque para GG Rev que ouço pouca gente falar dele como um dos melhores jogos de luta (eu curto ele desde o primeiro no Ps1). E que legal que você conseguiu Dragon Ball FighterZ! Todo mundo está falando desse jogo, espero poder jogar ele em breve também, vai ser frenético pelo jeito. E por último, achei maneiro você fazer maratona de Metal Gear todo ano! Adoro essas coisas de quem ama um franquia! Shows de bola! De resto parabéns! P.s Não sabia que você escrevia no GameHall! Que maneiro. Grande abraço meu velho! E lá vamos para 2018!

    Curtido por 1 pessoa

    • Mister Ivo, bem vindo!
      Cara e isso nem foram todos. São os que instintivamente me lembrei enquanto fui escrevendo o texto. Acredito que se eu não me recordo, não me marcou, então ignoro.
      Videogames são, basicamente, meu único hobby, então invisto meu tempo jogando mesmo.
      E olha que eu sou casado,, não fosse isso jogava era muito mais.
      Kkkkkkk!

      Metal Gear é uma das minhas grandes paixões gamer e todo ano lá estou eu jogando todos os jogos canônicos da série. Espero poder um dia fazer o mesmo com Shenmue de forma tão prática como o consigo fazer com Metal Gear atualmente.

      Quanto ao GameHall, eu comecei escrevendo lá, em um período que eu acho que eu nem tinha maturidade de redação e gamer o suficiente.
      Atualmente vejo meus textos antigos e me dá uma certa vergonha alheia, mas jamais cogitei em esconder eu atualizar os textos, pois acho que mostram evolução e isso faz parte da vida.
      Atualmente não atuo mais na GameHall, então os textos que eu tinha engatilhados para lá, vou escrever tudo aqui no blog, mesmo que para um alcance absurdamente reduzido.

      Valeu a visita e o comentário.
      Aliás, passei agorinha mesmo lá na sua lista.
      Kkkkkk!

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  2. […] => CyberWoo Blog Desocupado => Paulo Victor Gamer Caduco => Caduco Gamerníaco => Eduardo Farnezi Locadora Resident Ivo => Ivo Ornelas Old Magus Pub => Lucas Vinicio QG Master => Marcos […]

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  3. Marvox disse:

    Fico muito grato por você ter participado viu, valeu mesmo, sempre! Já sabia que você curte jogos de luta que é um dos estilos que também curto.

    Street Fighter V – Tenho muita vontade de jogar pra valer e quando ví esse papo de aparecer o Modo Arcade acabou entrando para a lista dos “vou comprar um dia”. Mesmo que não seja muito agradável como você falou, acho que vale a pena experimentar. O pouco contato que tive foi na BGS.

    Dead or Alive 5: Last Round – Pelo pouco que pude testar quando instalei no PC na demo da Steam cara que demais mesmo. Espero surgir a oportunidade de encarar o jogo completo.

    Tekken 7 – Sempre curti Tekken desde os 3 primeiros, adorava jogar no Arcade e me fazia ver algo diferente do que tinha na dupla Street Fighter/Mortal Kombat, mesmo sendo os jogos que escolho sem pensar, e Tekken me mostrou que é muito legal poder curtir outros ambientes mesmo.

    Street Fighter x Tekken – Esse eu terminei no Xbox 360 em 2014 kkkk, achei que iria gostar muito mas beleza deu para curtir a trilha sonora, fui jogando, a coisa foi fluindo até chegar na batalha final.

    O bom que pela sua lista acabei vendo que vale a pena então investir no DoA5 ou Tekken 7, verei o que faço.

    Grande abraço, Farnezi!!

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    • Mister Marvox, bem vindo!
      É sempre um prazer participar do Meme, pois ao longo da confecção do texto sempre “revisito” sensações e experiências que tive ao longo do ano com games.

      Quanto a suas considerações acerca dos FG.
      SFV Arcade Edition é finalmente o lançamento completo do jogo. Essa versão com certeza valerá a compra, mesmo que para um publico que não visa jogar online e tal. Terá algo que a versão original não teve: conteúdo.
      DoA5: Pegue em promoção. O jogo não mais receberá suporte da produtora, ou seja, por certo agora o game terá valores atrativos para a compra.
      Tekken 7: Melhor jogo de luta da atual geração.

      Bom, em ambiente de trabalho (estou na empresa agora) é isso.
      Depois papeamos mais.

      Abraços maninho!

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  4. Rapaz, da sua lista eu preciso DEMAIS jogar Metal Gear V, Strider, Horizon e Ray man Legends. E olha que Strider e Ray man eu tenho! é só jogar kk mas eu sou daquele time infeliz que tem 200 jogos no steam e nunca joga … Ô INFERNO!!!! XD

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  5. […] Blog MarvoxBrasil [Marvox] Gamer Caduco [Cadu]  <———— você está aqui! Gamerníaco [Eduardo Farnezi] GebirgeBR [Gebirge] Jogatinas Saudáveis [Rodrigo Vigia] Jornada Gamer [UsoppBR] […]

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  6. Gamer Caduco disse:

    Opa, finalmente consegui descolar um tempo pra conferir sua lista também! 😀
    Vou manter a tradição de comentar jogo a jogo!
    [DMC3]: Caceta, que legal que platinou duas vezes, vc realmente curte o jogo! \o/ Eu ainda preciso jogar a franquia toda, o que é ótimo! Só não sei onde encaixo na minha fila! rs
    [DMC4]: Vejo que a comunidade no geral tem problemas com este jogo, fico curioso pra saber o que é tão desmotivador assim em relação aos antecessores. Um dia descubro jogando, vai saber.
    [KT:FFXV]: Experiência Old School de FF é sempre convidativo. Vou colocar na minha lista aqui por curiosidade… hehe.
    [J-Stars]: Considerei muito pegar este jogo só pra surrar o Seiya e outros personagens que detesto, mas aí percebi o pequeno hater dentro de mim e preferi focar em outras coisas… ahahah!
    [GOW3:R]: Não duvido que tenha ficado excelente remasterizado, como vc disse. Um dia quem sabe dou uma olhada?
    [PUBG]: Também não entendo o sucesso todo dele, embora eu não tenha jogado (e nem pretendo).
    [FFXV:EG]: Ainda não joguei nem o jogo normal, imagina o DLC… pretendo!
    [SFV]: Espero que esteja se divertindo com o Arcade Mode e mais o resto das coisas que saíram, eu pelo menos voltei a visitar depois de um bom tempo parado, só pra ter certeza que também sou mulher de malandro, mas não no sentido de revisitar mesmo não gostando, mas sim pq eu só apanho nessa joça! hahahaha
    [MGS e MGSV]: Vou deixar de comentar estes pra vc não me odiar por eu não gostar da série! rs
    [DoA5]: Vou confessar que nunca dei bola pra nenhum Dead of Alive, mas as vezes desperta alguma curiosidade. Quem sabe um dia?
    [GGXR2]: Nunca joguei, mas bate a curiosidade. Aumentou quando vi o trabalho dos caras no DBFZ. Parece tão foda quanto!
    [Tekken 7]: Joguei bem pouco, muito competente mesmo o jogo. Aqui vc tá na febre dos jogos de luta, hein? rs
    [Mitsurugi Kamui Hikae]: Vou passar esse, já que é mediano… kkk
    [Uncharted 4]: Vou passar também, não gosto muito não, confesso… rs
    [Drive Club Bikes]: Bateu curiosidade: se não é nem simulador nem arcade, fiquei bem curioso pra entender como funciona.
    [Stories]: 25 finais? Eu tenho um backlog gigantesco, sabia? Não dá pra ficar fazendo final não… huhuahuahua
    [Strider]: Concordo com seu parágrafo resumindo o jogo, joguei ele em 2017 e fiquei com a mesma sensação.
    [Sky Force]: Um dos jogos que abandonei em 2017, não por culpa dele, acabei focando o mobile em Fire Emblem Heroes o ano todo depois que saiu! hahaha
    [SFxTK]: Também não acho este jogo nenhum desastre, eu me diverti um bocado no passado com ele, tanto no PS3 quanto no Vita.
    [Destiny 2]: Outro que não é pra mim.
    [God Eater]: Eu ainda mantenho meu preconceito com jogos do gênero! rs
    [Garou]: Esse é sensacional, pena que ninguém joga online mesmo. Não que eu fosse jogar se eu tivesse, mas aí sou eu que sou chato e não jogo nada online.
    [Rayman Legends]: Putz, eu platinei o Origins no PS3 e larguei o Legends no Wii U. Bem lembrado, vou colocar ele aqui na lista de 2018 se possível.
    [Horizon]: O pouco que joguei não me cativou tanto, mas realmente foi muito pouco pra qualquer coisa (experimentei por uns 20 minutos na BGS). Eu me frustrei pq meio que esperava um Zelda, tinha acabado de jogar ele. Vou dar outra chance no futuro, tenho certeza que vc não deu GOTY pra ele a toa. E conheço mais gente que fez o mesmo.
    [Zelda]: Por incrível que pareça, também não foi meu jogo do ano, mas aí é meu ismo berrando por Sonic Mania! hahahaha! Mas esse jogo é de um primor técnico incomparável, já virou referência pra jogos de aventura daqui pra frente.
    [DBZF]: Estou ansioso pra jogar (não online, já expliquei isso… rs). O pouco que fiz do tutorial durante o beta (só consegui isso) e as quatro partidas durante a BGS do ano passado foram suficientes pra me mostrar um baita jogo.
    [Yakuza]: Preciso dar uma chance pra essa franquia algum dia na vida. Esse pode ser um bom começo.
    É isso! Ótima lista, deu pra pegar umas dicas bem preciosas! Valeu!

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  7. […] Blog Desocupado [Paulo Victor] Blog MarvoxBrasil [Marvox] Gamer Caduco  [Caduco] Gamerníaco [Eduardo Farnezi] GebirgeBR [Gebirge] Jogatinas Saudáveis [Rodrigo Vigia] Jornada […]

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  8. Eu devo tá ficando louco, mas tinha certeza de ter comentado aqui, WTF!!!

    Curtido por 1 pessoa

  9. Que super lista. Foi bem jogado em 2017. Só deu PS4 e esse jogo Mitsurugi Kamui Hikae é surpresa, nunca tinha ouvido falar dele.
    Abração, Eduardo.

    Curtido por 1 pessoa

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