Checklist Abril 2017: Por EduFarnezi

Apesar de meu aniversário ser em abril, não ganhei absolutamente nada relacionado a games, bem como continuei desempregado ao longo de todo o mês. Assim sendo, não joguei muita coisa diferente do usual (para quem já acompanha o Checklist, pelo menos).

Apesar disso, como promessa é dívida, aqui estou, ainda sem internet em casa (é sim possível viver sem ela, mas se puder escolher, não fique), mas tentando regularizar as postagens pelo menos do blog.

Dito isso, vamos ao que joguei ao longo do mês de abril de 2017.

Como só tive conexão regular em casa no início do mês, houveram dois jogos que somente joguei nesse período. Um deles nem sei o porquê.

O primeiro deles foi Street Fighter V, também conhecido como o jogo de luta que está até hoje em fase beta (sério, CFN até hoje está em beta).

Street Fighter V me é uma incógnita. Eu decididamente não gosto do jogo, mas meu amor à franquia me faz tentar gostar dele a todo custo. Infelizmente, mesmo conhecendo uma grande quantidade de pessoas que o jogam, não consegui juntar uma quantidade o suficiente para lobbys regulares.

Um game não muito bom jogado “for fun” com um grupo de amigos, mesmo somente online, pode se tornar uma experiência divertida e prazerosa. Me foi assim por anos com o fraco Street Fighter x Tekken.

Possivelmente será minha última jogatina para com Street Fighter V. Assim que eu conseguir a ter internet regularmente em casa, verei se consigo um uma jogatina regular com amigos. Caso não, passarei.

O outro jogo que aproveitei enquanto tive internet em abril foi Drive Club.

Mesmo que estar conectado não seja uma obrigação para se conseguir aproveitar Drive Club (ao contrário de Street Fighter V, Drive Club possui bom conteúdo single-player), isso aumenta relativamente a experiência.

Apesar disso, infelizmente não conheço ninguém que ainda jogue o game. Dado seu lançamento hediondo muita gente se afastou por default de Drive Club e agora, mesmo que o game seja muito competente, sua comunidade é irrisória.

Mesmo que eu esteja em um clube de um conhecido atualmente, sou o único do mesmo que ainda joga. Como não quero me aliar a um clube o qual não conheço nenhum integrante, mesmo que ativo, basicamente não jogo Drive Club online.

Dito isso, caso alguém ai jogue o jogo regularmente e possua ou seja integrante de algum clube ativo, estou esperando o fucking convite para integrá-lo. Caso não tenha um clube ainda e queira começar algo, estou esperando o fucking convite para fundarmos um.

Assim que minha casa se tornou basicamente uma ilha analógica em um mundo digital e conectado, passei minhas atenções exclusivamente para uma mídia em específico. Demorei a me dedicar a ela porque eu sabia que assim que eu começasse não iria parar tão cedo. A dita cuja mídia é Metal Gear Solid V: The Definitive Experience.

The Definitive Experience possui em uma só mídia Metal Gear Solid V: Ground Zeroes, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain e Metal Gear Solid V Online. Esse último, honestamente, não me interessa.

Ground Zeroes é o polêmico prólogo de The Phantom Pain. Ele entrega uma boa experiência no que cerne a gameplay, mas é minúsculo e por certo não valia (e ainda não vale) uma compra solo. Em The Definitive Experience ele está incluso e é uma boa adição, além de possuir elementos de enredo que são canônicos e necessários para o início de The Phantom Pain.

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain é o capítulo final da série, pois como já escrevi em outro texto: Sem Kojima, sem Metal Gear.

O jogo é enorme, recompensador e é o meu favorito da franquia junto a Snake Eater, mesmo que com um storytelling bem menos “redondo” que os antecessores.

Sobre meu amor eterno para com a franquia Metal Gear, bem como minhas reflexões acerca das razões que levaram The Phantom Pain ocupar um lugar tão grande nesse meu coraçãozinho gamer, já há uma blogada minha por aqui sobre isso. Para lê-la, basta clicar AQUI.

Com relação a clássicos, o mês também foi minguado. Os destaques aqui ficam para Tetris Attack e Pit Fighter.

Tetris Attack é o melhor jogo competitivo de todos os tempos. É a coisa mais divertida já criada para dois jogadores. Na verdade, todos os modos de jogo são divertidos e o jogo faz um ótimo trabalho trazendo boas experiências single-player, mas é jogando contra um amigo que a porca torce o rabo.

Um dos melhores e mais viciantes jogos do Super Nintendo. Se você nunca o experimentou, vá agora fazê-lo, mesmo que via emulação.

Pit Fighter, também conhecido por mim como o precedente espiritual da série Fight Jam, é uma questão delicada. A única versão que realmente me é boa é a do Mega Drive, portanto essa é a versão que joguei e indico a todos. A versão do arcade é legal, mas não gosto muito do gameplay e da câmera muito próxima dos lutadores. A versão do Super Nintendo é absolutamente ridícula, fuja dela sem olhar para trás.

Basicamente esse foi o meu mês gamer de abril. Até o momento o mês de maio não está muito diferente, afinal de contas continuo sem jogos novos e sem internet. Fiz a compra de Lara Croft e o Templo de Osíris e Garou: Mark of the Wolf, dada uma promoção muito boa da PSN, mas como ainda não pude realizar o download dos games eles não contam.

Espero me esbarrar por ai com algum de vocês. Caso queiram, basta me adicionarem na PSN. Meu PSN ID usado no Playstation 4 é o que está na aba QUEM SOU.

Até a próxima!

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Ainda contribuidor free-lancer do site GameHall, um dos fundadores do não mais existente blog Canto Gamer e membro integrante da agência Joystick. Gamer por paixão, cinéfilo por vocação, leitor de mangás e HQs por criação e nerd pela somatória dos fatores. Acredita que os únicos possíveis cenários de apocalipse são Zumbis e Skynet e não sai para noitadas por medo do que Segata Sanshiro pode fazer se encontrá-lo.

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Postado na velocidade da lesma, direto de um 3G com cota de dados estourada.
Kkkkkk! Vamos ver o qualé desse indie.
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