Dissidia Final Fantasy NT

Desde que anunciado somente para arcades japoneses, Dissidia Final Fantasy NT me era um desejável “pedaço de software gamer”. Fugindo do legado da franquia Dissidia, NT sai dos combates 1 x 1 e abraça os combates por equipe 3 x 3.

A mudança de foco de combate, bem como o lançamento inicial focado para os arcades japoneses, faz todo o sentido. No Japão esse tipo de jogo é muito popular nas casas de jogos eletrônicos. A título de curiosidade, pesquisem sobre os jogos Gundam Versus no Japão e entenda o tamanho desse mercado por lá.

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Devil May Cry 5

Assim que a pré-venda desse jogo foi anunciado, adquiri digitalmente minha versão “Deluxe” no ato. Apesar de gostar de DmC (um ótimo hack and slash, mas um Devil May Cry ruim), desde Devil May Cry 4 me sinto órfão da franquia. Após assistir o trailer de revelação do game na E3 do ano passado, meu hype foi às estrelas e eu já havia, ali mesmo, me decidido a comprar Devil May Cry 5 no lançamento.

Assim que terminei pela primeira vez a campanha do game, minha postagem sobre ele nas redes sociais foi a seguinte: “DMC5 é para Devil May Cry o que MGS4 foi para Metal Gear Solid. As pontas se fecham no enredo. Um monte de homenagens não gratuitas rolam o jogo todo. O ápice de uma franquia alcançada em todos os sentidos.”

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Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2018

 

Entre mudanças de viés profissional, mudança de residência, estudos, problemas de saúde e descrença para com o mundo do “jornalismo gamer”, meu ano de 2018 foi marcado por meu afastamento, quase que completo, desse meio. Deixei de escrever para o grupo Game Hall, interrompi alguns projetos que estava embrionariamente tocando e literalmente não criei nenhum novo conteúdo para o blog desde o texto de minha participação no “Meme Gamer” de 2017.

Se houve uma coisa que não deixei de fazer foi jogar vídeo game, afinal de contas a gente nunca se esquece do primeiro amor verdadeiro. Assim sendo, eis que aqui estou novamente, garantindo a minha participação em mais um “Meme Gamer”.

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Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2017

Ano novo, vida nova, Meme Gamer novo e regras pessoais novas. Ao contrário do que fiz no ano passado, serei mais sucinto acerca de quais games colocar na minha listagem nesse ano: Jogos old-school que aprecio todo ano ficarão de fora (uma vez que já apareceram em listas anteriores) e jogos atuais que já apareceram anteriormente só retornarão em casos severamente específicos e/ou especiais.

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Contos de um Velho Gamer #01

Estava aqui navegando nesse grande mar de conteúdo de merda que é o YouTube, procurando vídeos randômicos que pudessem me entreter e quem sabe achar algo interessante para acompanhar, e eis que me deparo com o canal Games&Symphonies.

Como gosto muito de game music e adoro versões orquestradas de belas composições musicais do mundo do entretenimento eletrônico, resolvi dar uma conferida. Enquanto procurava um vídeo em específico do canal para começar, eis que me deparo com algo muito atrativo: um medley de músicas de Street Fighter 2.

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Devil May Cry 4 Special Edition

Originalmente lançado em janeiro de 2008 para Playstation 3 e Xbox 360, Devil May Cry 4 prometia trazer tudo o que fez o game antecessor ser um absoluto sucesso de crítica, e que tanto agradou os aficionados por um bom hack´n slash, assim como uma história mais madura e visuais que aproveitariam tudo o que os mencionados consoles poderiam proporcionar.

Apesar do cumprimento de tais promessas, bem como o sucesso de crítica e vendas, pessoalmente Devil May Cry 4 sempre teve um específico problema: o jogo foi lançado antes de ter sido devidamente finalizado.

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Desperdício de Poder

Sempre que um novo console é anunciado, universalmente a primeira necessidade de informação do gamer são as especificações do aparelho. Impulso lógico, afinal de contas temos de nos certificar de que o encerramento de um ciclo de geração seja justificável e a única justificativa plausível é que a vindoura geração possua equipamentos bem mais poderosos a disposição.

É consequencial que queiramos algo substancialmente melhor do que já o possuímos, pois adentrar em uma nova geração traz consigo todo um novo ciclo de gastos e convenhamos que o valor gasto em um novo console não é exatamente baixo (em especial para nós, brasileiros).

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Teorizando Fighting Games #01

Sou um gamer apaixonado pelo entretenimento eletrônico como um todo. Dito isso, não somente jogo todo tipo de game, mas também estou sempre atrás de conhecer e estudar tudo o que compõe o universo desse mercado.

Apesar de ser reconhecidamente um gamer eclético, tenho clara predileção por fighting games. Acho incrível o fato de um mesmo jogo poder ser aproveitado tanto por pessoas que somente querem jogar descompromissadamente, quanto por pessoas que se dediquem a estudar e entender todas as complexidades próprias não somente do gênero, mas do game em questão.

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Closed Beta Dragon Ball FighterZ

Esse final de semana aconteceu (ainda está rolando na verdade) o closed beta do fighting game mais aguardado no momento, Dragon Ball FighterZ. As regras de participação para esse evento no PS4 eram bem restritivas, ainda assim fui um dos escolhidos para participar.

Dito isso, apesar de já haveram “um zilhão” de vídeos no YouTube sobre o assunto, trago nesse texto como funcionou esse primeiro momento de closed beta do game em questão, bem como minhas primeiras básicas impressões acerca do jogo em si.

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Sobre como não ser um idiota ista #02

Sim amiguinhos, eis que trago mais um texto acerca do tema mais irritante da “gamersfera” nacional, quiçá mundial. Já havia escrito um texto com enfoque nesse assunto há algum tempo (clique AQUI caso queira lê-lo) e como fica claro no título, ele era somente o primeiro.

Assim como no texto acima citado, trago aqui mais uma das minhas análises pessoais acerca do assunto “ismo”, tentando sempre abordá-lo de alguma forma positiva. Para mim, ismo positivo é ismo não concretizado, ou ismo eliminado. Assim sendo, espero que ao longo do tempo tais textos impeçam potenciais istas a concluírem seu processo de transformação, ou que eu consiga fazer alguém que já se encontra nesse vortex de merda, dele sair.

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